domingo, 24 de março de 2013
a-tualidades
quando paçço, com frequência, pela maior obra de arquitectura portuguesa de todos os tempos e vejo as ovelhas a tratar de comer a relva, recordo o final do Belle de Jour
sábado, 23 de março de 2013
quinta-feira, 21 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
uma joelhada no "só-fá" (ou um "globo" fundido...) e era o fim da velha "ordem cinzenta"
nem um pin... nem um pin... nem um cadroga fora-do-sítio
(de costas para a parede em espelho como o outro, na caverna...)
(de costas para a parede em espelho como o outro, na caverna...)
Borboletas # 1
Architecture is bound by various social constraints. I have been designing architecture bearing in mind that it would be possible to realize more comfortable spaces if we are freed from all the restrictions even for a little bit. However, when one building is completed, I become painfully aware of my own inadequacy, and it turns into energy to challenge the next project. Probably this process must keep repeating itself in the future. Therefore, I will never fix my architectural style and never be satisfied with my works...
a questão é menos que eu nada tenha a dizer sobre o Ito
a questão é menos que nada haja a dizer sobre o Ito
a questão é que não me parece haver muito mais a dizer sobre o Ito
que constatar a força (forte!) das circunstâncias (os tais dos malandros dos constragimentos e das restrições...) que presidem à construção da própria obra
OK, não "fixou" o "estilo" (o mesmo é dizer que pairou sobre as multiformes flores do "modernismo tardio" com a graça de uma borboleta oriental...), e sem "estilo"... NO... "pensamento"...
se isto é coisa boa ou ruim (ou, ainda assim, assim-assim) deixo, por contracção, para as apreciadores do Foster
e de Pianos
a questão é menos que eu nada tenha a dizer sobre o Ito
a questão é menos que nada haja a dizer sobre o Ito
a questão é que não me parece haver muito mais a dizer sobre o Ito
que constatar a força (forte!) das circunstâncias (os tais dos malandros dos constragimentos e das restrições...) que presidem à construção da própria obra
OK, não "fixou" o "estilo" (o mesmo é dizer que pairou sobre as multiformes flores do "modernismo tardio" com a graça de uma borboleta oriental...), e sem "estilo"... NO... "pensamento"...
se isto é coisa boa ou ruim (ou, ainda assim, assim-assim) deixo, por contracção, para as apreciadores do Foster
e de Pianos
segunda-feira, 18 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
a-paççada foi a semana
em que fui a dar com a mutilação (nada de irreversível) de uma obra
em que equipas de reportagem espanholas e francesas (não vi, infelizmente, contaram-me) andaram (em reportagem, pois então), com o peludo microfone em riste, pelo meu (velho) "pequeno horror amarelo"
em que habí (de habemus) candidato
em que acolhi a boa nova de um bom homem vestido de branco
em que cortei o cabelo
se estivesse para entrar de férias (mas é como se) podia começar a rolar o tema de abertura para o genérico (da família dos genéricos) do Ben Hur
em que equipas de reportagem espanholas e francesas (não vi, infelizmente, contaram-me) andaram (em reportagem, pois então), com o peludo microfone em riste, pelo meu (velho) "pequeno horror amarelo"
em que habí (de habemus) candidato
em que acolhi a boa nova de um bom homem vestido de branco
em que cortei o cabelo
se estivesse para entrar de férias (mas é como se) podia começar a rolar o tema de abertura para o genérico (da família dos genéricos) do Ben Hur
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
da conjugação do verbo rarefazer (segundo a nobre e augusta ortografia) *
seria, por certo, exageradamente redutor (embora tentador) atribuir à quase cruel (embora deliciosa) rarefacção do "estúdio", as responsabilidades (as "culpas"...) pela rarefeita arquitectura...
* dedicada a todos os amantes (aos mortos e aos ainda assim) do vidro (braço, baço...) "armado"!
* dedicada a todos os amantes (aos mortos e aos ainda assim) do vidro (braço, baço...) "armado"!
quarta-feira, 13 de março de 2013
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